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A guerra comercial pelo espaço nas nuvens

Data: 30/04/2012
Por: Connect Santos
 

RIO — “A nuvem pessoal substituirá o PC como centro da vida digital dos usuários”. É o que prevê, para março de 2014, a consultoria Gartner, com base no rápido aparecimento de vários serviços de armazenamento de dados — marcando o fim do reinado do computador pessoal como dispositivo de acesso às informações. Na semana passada, mais um passo foi dado nessa direção com o lançamento do Google Drive. Além da Google, Apple, Microsoft e Dropbox estão na briga para conquistar clientes, com planos gratuitos que vão de 2 GB a 7GB, e anuidades que chegam a quase US$ 10 mil para o espantoso espaço de 16 TB (um terabyte equivale a mil gigabytes). As diferenças nos serviços oferecidos não estão só no preço ou no espaço. Entram em cena quesitos como integração, design e privacidade.

O Google Drive, por exemplo, além da página na web para controlar o ambiente, requer um programa gratuito — disponível para PC e Mac — para sincronizar arquivos on-line e off-line. O serviço se integra suavemente ao Gmail e ao Google+. O usuário pode usar sem custo 5GB no Drive, 10GB no Gmail e 1GB no Picasa. Pode também comprar espaço adicional, iniciando por 25GB ao preço de US$ 2,49 mensais, indo até 16TB. O espaço comprado é compartilhado entre o Google Drive e o Picasa, e qualquer upgrade no armazenamento aumenta o limite do usuário no Gmail para 25GB.

No entanto, tão logo foi lançado, o Google Drive passou a causar preocupações referentes à propriedade intelectual. Ao aceitar os termos de uso, o usuário abre mão de seus direitos em prol da Google e de suas empresas associadas. Segundo o “Wall Street Journal”, empresas como o “New York Times” recomendaram a seus funcionários que não usem o Google Drive para material de trabalho, pelo menos até que fique mais claro como as políticas da Google podem afetar informações corporativas.

Outro senão é que o Google Drive é uma ferramenta nova e poderosa, mas que provavelmente será subutilizada pela imensa maioria de seus usuários, mais ou menos como o Google Docs. Não parece ter sido desenvolvida dando prioridade ao design nem à facilidade de uso. Sua grande vantagem é a integração quase perfeita com outras ferramentas do universo Google.

Dropbox: indicação vale mais 500 MB

Já na seara Mac, o iCloud é a ferramenta da Apple na nuvem, anunciada em 2011. Ela permite armazenar arquivos pessoais em servidores remotos de modo que possam ser baixados nos dispositivos rodando iOS (iPod touch, iPhone e iPad) de um mesmo usuário, além de computadores pessoais com Mac OS X ou Windows.

Com o iCloud, o usuário pode sincronizar seletivamente e-mail, contatos, agenda, lembretes, bookmarks, notas, documentos e dados. Ele sincroniza também o Photo Stream — ferramenta de fotos na nuvem da Apple — e o Find My Phone (antigo Mobile Me), utilitário de segurança que permite acompanhar o paradeiro do dispositivo, graças ao GPS nele instalado.

Cada usuário tem 5GB livres, contanto que seu dispositivo móvel esteja rodando iOS 5+ ou usando um Mac com OS X Lion 10.7+. Conteúdo comprado no iTunes não conta no limite dos 5GB, e, quando o usuário compra e registra um novo dispositivo Apple, pode baixar imediatamente todo seu conteúdo no iCloud para o novo aparelho.

Espaço adicional pode ser comprado em incrementos de 10GB, 20GB ou 50GB, ao preço anual de US$ 20 para cada 10GB. Os dados do iCloud são mantidos criptografados nos servidores da Apple, mas a empresa detém a chave-mestra desse código, de modo que possa decifrá-lo caso exigido por agências governamentais americanas.

No mesmo dia em que a Google lançou o Google Drive, semana passada, a Microsoft anunciou o SkyDrive para Windows ou Mac OS — até então o serviço de nuvem não sincronizava pastas locais com o servidor, como já faz há tempos outro serviço veterano, o Dropbox.

O SkyDrive é rápido de instalar e funciona na hora. Obtê-lo é fácil para quem tem uma identidade no Windows Live: dentro da conta correspondente no Hotmail, já aparece no URL do SkyDrive um link para obter o aplicativo para Windows ou Mac, que é baixado sem delongas para os Documentos do computador.

Em relação ao Google Drive, o concorrente da empresa fundada por Bill Gates tem vantagens: em vez de 5GB gratuitos, o espaço de armazenamento disponível sem custo é de 7GB. Mas quem já usava o SkyDrive no Windows Live tem a opção (por tempo limitado) de fazer um upgrade para 25GB de graça, que também não demora nada. Segundo informou a assessoria da Microsoft, mesmo quem criar uma nova Live ID agora terá a opção do upgrade para 25GB.

Já para quem precisa de maior capacidade, é possível pagar R$ 19 anuais para adicionar mais 20GB; R$ 46 ao ano para acrescentar mais 50GB; e R$ 93 ao ano para mais 100GB ao serviço.

O SkyDrive <apps.live.com/skydrive> oferece ainda para download versões do serviço para Windows Phone, iPhone, iPad e para o software colaborativo de anotações OneNote e o Xobni (Inbox ao contrário), que permite sincronizar e acessar os arquivos na nuvem no programa de e-mail Outlook.

O Dropbox, iniciado em setembro de 2008 no Massachusetts Institute of Technology (MIT), também é uma mão na roda para quem quer usar aplicativos na nuvem e compartilhá-los com amigos. Ele foi usado recentemente pelo GLOBO na cobertura da Cebit (Alemanha), maior feira de tecnologia do mundo, sincronizando, na internet e em pastas locais, 72 imagens com mais de 1MB de tamanho e 2.560 x 1.920 pixels de resolução, além de diversas apresentações sobre tecnologia e internet, uma delas com mais de 50MB.

De modo similar ao SkyDrive, o aplicativo do Dropbox é baixado e instalado rapidamente nos Documentos da máquina. Seu espaço para versão gratuita é de apenas 2GB, bem menor que os dos serviços da Google e da Microsoft, mas pode chegar até 18GB se o usuário indicar amigos que baixem o aplicativo. Cada amigo vale mais 500MB.

Os planos pagos também usam este esquema. No de 50GB de capacidade (US$ 99 ao ano) e no de 100GB (US$ 199 anuais), o usuário ganha mais 1GB por indicação, adicionando no máximo 32GB ao armazenamento. O Dropbox conta ainda com planos corporativos, com preço conforme o número de usuários. A capacidade inicial é de 1TB, e o preço mínimo é US$ 795 ao ano para cinco usuários.

O Dropbox tem versões para Mac e Linux, além do Windows, e para os móveis iOS (iPhone e iPad), Android e BlackBerry

 
Fonte: O Globo



 


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